Ensinar com animação, eis a questão!!!

domingo, 4 de julho de 2010

Avaliação Diagnóstica - 7os. anos - Língua Portuguesa

NOME: _____________________________ N. ___ SÉRIE: ___ DATA: ___________


Avaliação Diagnóstica


* Leia o texto para responder a questão 1.


Os mitos das florestas
          JOÃO-DE-BARROS – (...) Seu canto parece uma gargalhada (no Sul dizem que, quando ele canta, é sinal de bom tempo) e é amigo de todos, lutando para salvar seu ninho, sua casa. (...) A fêmea (...) ajuda na construção do ninho, mas parece não ser constante, abandonando o macho. O João-de-Barro é fiel até o fim e, por isso, quando percebe que a esposa mudou de amor, tampa a abertura da casa, fechando-a para sempre.
(Fonte: DE CICCO, Lúcia Helena Salvetti. Os mitos da floresta)


1. De acordo com a lenda, o João-de-Barro é um pássaro que:

(a) gargalha
(b) é fiel no amor
(c) abandona a fêmea
(d) canta em tempo bom


* Leia o texto para responder as questões de 2 à 5.


O gato, o galo e o ratinho
          Um ratinho vivia num buraco com sua mãe. Depois de sair sozinho pela primeira vez, contou a ela:
          _ Mãe, você não imagina os bichos estranhos que encontrei ! Um era bonito e delicado, tinha um pelo muito macio e um rabo elegante, um rabo que se movia formando ondas. O outro era um monstro horrível. No alto da cabeça e debaixo do queixo ele tinha um pedaço de carne crua, que balançavam quando ele andava. De repente os lados do corpo dele se sacudiram e ele deu um grito apavorante. Fiquei com tanto medo que fugi correndo, bem na hora que ia conversar um pouco com o simpático.
(Fonte: ESOPO. O gato, o galo e o ratinho)


2. O uso de exclamação no trecho: “_ Mãe, você não imagina os bichos estranhos que encontrei !”, tem um sentido de:

(a) tristeza do ratinho
(b) tristeza da mãe
(c) de medo da mãe
(d) de espanto, susto do ratinho


3. A moral adequada a essa fábula é:

(a) Jamais confie nas aparências
(b) Quem tudo quer tudo perde
(c) Quem ama o feio, bonito lhe parece
(d) Uma boa ação ganha outra


4. “Um ratinho vivia num buraco com sua mãe.” Por esta frase, percebe-se que quem conta essa história é:

(a) O ratinho, personagem principal
(b) A mãe do ratinho, personagem secundário
(c) O gato que quase comeu o ratinho
(d) Um narrador que não é personagem


5. “Fiquei com tanto medo que fugi correndo, bem na hora que ia conversar um pouco com o simpático.” A expressão grifada pode ser substituída, sem prejudicar o sentido do texto, por:

(a) monstro
(b) malvado
(c) nervoso
(d) agradável


* Leia o texto para responder as questões de 6 à 9.


Encurtando o caminho
          Tia Maria, quando criança se atrasou na saída da escola, e na hora em que foi voltar para casa já começava escurecer. Viu outra menina passando pelo cemitério e resolveu cortar caminho, fazendo o mesmo trajeto que ela.
          Tratou de apressar o passo até alcançá-la, e se explicou:
          _ Andar sozinha no cemitério me dá um frio na barriga. Será que você se importa se nós formos juntas?
          _ Claro que não. Eu entendo você – respondeu a outra. _ Quando estava viva, sentia exatamente a mesma coisa.
(Fonte: LAGO, Ângela. Sete histórias para sacudir o esqueleto.)


6. O trecho do texto em que o narrador diz que a história que irá contar aconteceu no passado é:

(a) Tia Maria, quando criança se atrasou na saída da escola, e na hora em que foi voltar para casa já começava escurecer.
(b) _ Andar sozinha no cemitério me dá um frio na barriga.
(c) _ Será que você se importa se nós formos juntas?
(d) _ Claro que não. Eu entendo você – respondeu a outra.


7. Na frase: “Tratou de apressar o passo até alcançá-la.”, a expressão grifada poderia ser substituída por:

(a) sair correndo
(b) andar vagarosamente
(c) andar normalmente
(d) andar um pouco mais rápido


8. As personagens da história são:

(a) Apenas tia Maria
(b) Tia Maria e o narrador
(c) Tia Maria e uma colega de escola
(d) Tia Maria e uma menina já morta


9. “Será que você se importa se nós formos juntas?” Quem disse essa frase no texto foi:

(a) A amiga de escola de tia Maria
(b) Tia Maria
(c) Quem conta a história, o narrador
(d) A menina já morta


* Leia o texto para responder a questão 10.


Pequenos tormentos da vida
          De cada lado da sal de aula, pelas janelas altas, o azul convida os meninos, as nuvens desenrolam-se, lentamente, como que vai inventando preguiçosamente uma história sem fim... Sem fim é a aula: e nada acontece, nada... Bocejos e moscas. Se ao menos, pensa Lili, se ao menos um avião entrasse por uma janela e saísse pela outra.
(Fonte: QUINTANA, Mário. Pequenos tormentos da vida.)


10. O texto dá a impressão de que Lili está:

(a) imaginando coisas durante a aula
(b) prestando atenção na aula
(c) esperando um avião chegar
(d) conversando com os colegas


* Leia o texto para responder a questão 11.


O leão e o ratinho
          Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra boa de uma árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou. Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu debaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora. Algum tempo depois o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguindo se soltar, fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva. Nisso apareceu o ratinho, e com seus dentes afiados roeu as corda e soltou o leão.


Moral: uma boa ação ganha outra.
(Fonte: ESOPO. O leão e o ratinho.)


11. Assinale a alternativa que apresenta em ordem os acontecimentos da fábula.

(a) Um leão descansa e os ratinhos vêm perturbá-lo. Um ratinho negociou sua liberdade e prometeu ajudar o leão quando fosse necessário. Um dia isto aconteceu: o leão está preso numa rede e o ratinho salva-o.
(b) Um leão descansa depois de caçar. Uns ratinhos perturbam-no. O leão fica preso numa rede de caçador, mas um dos ratinhos, que é seu amigo, vem ajudá-lo, roendo as cordas e libertando-o.
(c) Um leão, ao descansar, é perturbado por uns ratinhos que passeiam em seu corpo. Um ratinho, que ficou preso nas patas do leão, recebeu dele a misericórdia. Um dia é o leão que está preso numa rede de caçadores e o ratinho salva-o, roendo as cordas.
(d) Um leão, ao ficar preso numa rede de caçadores, pediu ajuda a um dos ratinhos que já tinha sido salvo pelo felino, quando eles passeavam nas cordas do mesmo que descansava após uma caçada.


Prof. Adrianinha

terça-feira, 29 de junho de 2010

Pequenas atitudes, eternos resultados!!!!

1- CONVERSE COM SEU FILHO
* Pergunte o que ele aprendeu de novo no colégio e mostre interesse.
* Peça que ele lhe ensine algo.
* Pergunte se ele tem dificuldades na escola.
2- COBRE AS OBRIGAÇÕES DO SEU FILHO
* Garanta que ele vá à escola na hora certa.
* Faça perguntas para descobrir se ele presta atenção nas aulas.
* Confira se ele faz a lição de casa diariamente.
* Ensine-o a respeitar os professores, os funcionários e os colegas.
* Não deixe o seu filho faltar às aulas sem necessidade. Faltas dificultam a aprendizagem.
3- ACOMPANHE A LIÇÃO DE CASA
* Combine com ele um horário para os estudos.
* Separe um lugar tranquilo da casa para a lição. Não esqueça de desligar a TV.
* Ofereça sempre sua ajuda. Filhos estimulados pelos pais a fazer as lições de casa têm um desempenho melhor. Mas atenção: estimular não é fazer as lições pela criança.
* Olhe os cadernos e mostre interesse pelos trabalhos.
* Estimule-o a pesquisar e descobrir as respostas por conta própria.
4- FIQUE DE OLHO NO APRENDIZADO
* Veja se seu filho está aprendendo o que deveria na idade dele. Ex:
- Ele deve saber ler e escrever com facilidade.
- Deve saber somar, subtrair, multiplicar e dividir.
* Se seu filho não aprendeu o que deveria para a idade dele, procure o diretor ou coordenador da escola.
* Veja sempre as notas do seu filho.
5- INCENTIVE SEU FILHO A LER
* Leia sempre. É bom para você e excelente para o seu filho, que seguirá o seu exemplo naturalmente.
* Converse com ele sobre um livro que esteja lendo.
* Estimule atividades que usem leitura: Jogos, receitas, mapas.
6- VALORIZE A ESCRITA
* Tenha sempre lápis e papel em casa.
* Escreva bilhetinhos para o seu filho. Assim ele entenderá a utilidade da escrita.
* Brinque de palavras-cruzadas, caça-palavras, forca, stop e outros jogos que envolvam a escrita.
* Peça ajuda para escrever, por exemplo, uma lista de compras do mercado ou feira.
7- DÊ EXEMPLO
* Seja coerente: suas atitudes refletem o que você pensa.
* Mostre que estudar é importante.
* Seja curiosa: pergunte, questione, procure entender.

Prof. Adrianinha – junho/2010

Pais e/ou responsáveis: conscientização e apoio necessários

É de suma importância que, além de tomar ciência da importância da Recuperação Paralela, o responsável pelo educando conheça pessoalmente o professor que estará desenvolvendo este trabalho.
Assim sendo, sempre apoiado e, se possível, acompanhado da equipe gestora, o educador da Recuperação Paralela, por meio de bilhete, convidará tais responsáveis para participarem de uma reunião (de preferência acompanhado do próprio aluno).Este será, certamente, o "grande" momento, a oportunidade que se terá para esclarecer dúvidas e, principalmente, mostrar (CONVENCER) este responsável de seu importante papel neste processo: exigir que o educando compareça, demonstrando também interesse e contentamento com seus avanços.


sexta-feira, 2 de abril de 2010

Resolução SE 93, de 8-12-2009

Artigo 5º - o apoio aos alunos do ciclo II e/ou do ensino médio que necessitem de atendimento específico dar-se-á:
I - prioritariamente, em grupos de alunos do mesmo nível de ensino, organizados por classe/série, por dificuldades de aprendizagem ou por outros critérios;
II - em caráter excepcional, e de forma individualizada, para aqueles alunos que necessitam, temporariamente, de um trabalho específico.

Artigo 7º- Aos docentes responsáveis pelas aulas de recuperação paralela, caberá:
I - identificar detalhadamente as dificuldades de aprendizagem dos alunos apontadas pelos professores das disciplinas previstas nesta resolução;
II - desenvolver atividades significativas e diversificadas que levem o aluno a superar suas dificuldades de aprendizagem;
III - utilizar diferentes materiais e ambientes pedagógicos que favoreçam a aprendizagem do aluno;
IV - manter contato permanente com os professores das classes dos alunos e com o respectivo Professor Coordenador;
V - avaliar continuamente os alunos atendidos, aferindo os avanços conquistados, com vistas à sua permanência ou não nas atividades de recuperação;
VI - zelar pela incorporação e registro dos resultados da avaliação das atividades de recuperação, na síntese do desempenho bimestral obtido pelo aluno na respectiva disciplina;
VII - cuidar do registro, em ata, dos encaminhamentos decididos pelos Conselhos de Classe e na ficha individual de acompanhamento do aluno;
IX - subsidiar os professores da respectiva disciplina na seleção, organização e desenvolvimento da recuperação continua.

Artigo 15 - Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial a Resolução SE nº 18, de 4 de março de 2009 .

(quarta-feira, 9 de dezembro de 2009 Diário Oficial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 119 (229) – 37)

Recuperação Paralela e suas reais intenções!!

Acreditando ter a Recuperação Paralela por objetivo oferecer aos alunos, que dela farão parte, oportunidades de novas aprendizagens e superação das dificuldades detectadas, é que o presente material tem sido elaborado. É de suma importância ressaltar que, para tal elaboração, materiais, como: "ENSINAR E APRENDER" (Material Elaborado pelo Cenpec) e "MATRIZES DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO SARESP 2008/2009", são utilizados como suporte. "A preocupação de incluir e integrar todos os alunos ao processo pedagógico" deve ser permanente, levando o educando a "entender que, sob novas condições e expectativas, eles podem reverter de modo decisivo sua história de fracasso escolar." Faz-se necessário, portanto, que você, professor, discuta "seu plano de trabalho com os alunos, ouvindo-os e incluindo suas sugestões para compor um certo 'contrato pedagógico', que sirva de referência para o trabalho (...) além disso, para favorecer sua participação ativa, ao longo do processo, cada aluno deve ir percebendo o que já sabe, o que já aprendeu e o que pode fazer para avançar mais um pouco."