Avaliação Diagnóstica
* Leia o texto para responder a questão 1.
Os mitos das florestas
JOÃO-DE-BARROS – (...) Seu canto parece uma gargalhada (no Sul dizem que, quando ele canta, é sinal de bom tempo) e é amigo de todos, lutando para salvar seu ninho, sua casa. (...) A fêmea (...) ajuda na construção do ninho, mas parece não ser constante, abandonando o macho. O João-de-Barro é fiel até o fim e, por isso, quando percebe que a esposa mudou de amor, tampa a abertura da casa, fechando-a para sempre.(Fonte: DE CICCO, Lúcia Helena Salvetti. Os mitos da floresta)
1. De acordo com a lenda, o João-de-Barro é um pássaro que:
(a) gargalha
(b) é fiel no amor
(c) abandona a fêmea
(d) canta em tempo bom
* Leia o texto para responder as questões de 2 à 5.
O gato, o galo e o ratinho
Um ratinho vivia num buraco com sua mãe. Depois de sair sozinho pela primeira vez, contou a ela:_ Mãe, você não imagina os bichos estranhos que encontrei ! Um era bonito e delicado, tinha um pelo muito macio e um rabo elegante, um rabo que se movia formando ondas. O outro era um monstro horrível. No alto da cabeça e debaixo do queixo ele tinha um pedaço de carne crua, que balançavam quando ele andava. De repente os lados do corpo dele se sacudiram e ele deu um grito apavorante. Fiquei com tanto medo que fugi correndo, bem na hora que ia conversar um pouco com o simpático.
(Fonte: ESOPO. O gato, o galo e o ratinho)
2. O uso de exclamação no trecho: “_ Mãe, você não imagina os bichos estranhos que encontrei !”, tem um sentido de:
(a) tristeza do ratinho
(b) tristeza da mãe
(c) de medo da mãe
(d) de espanto, susto do ratinho
3. A moral adequada a essa fábula é:
(a) Jamais confie nas aparências
(b) Quem tudo quer tudo perde
(c) Quem ama o feio, bonito lhe parece
(d) Uma boa ação ganha outra
4. “Um ratinho vivia num buraco com sua mãe.” Por esta frase, percebe-se que quem conta essa história é:
(a) O ratinho, personagem principal
(b) A mãe do ratinho, personagem secundário
(c) O gato que quase comeu o ratinho
(d) Um narrador que não é personagem
5. “Fiquei com tanto medo que fugi correndo, bem na hora que ia conversar um pouco com o simpático.” A expressão grifada pode ser substituída, sem prejudicar o sentido do texto, por:
(a) monstro
(b) malvado
(c) nervoso
(d) agradável
* Leia o texto para responder as questões de 6 à 9.
Encurtando o caminho
Tia Maria, quando criança se atrasou na saída da escola, e na hora em que foi voltar para casa já começava escurecer. Viu outra menina passando pelo cemitério e resolveu cortar caminho, fazendo o mesmo trajeto que ela.Tratou de apressar o passo até alcançá-la, e se explicou:
_ Andar sozinha no cemitério me dá um frio na barriga. Será que você se importa se nós formos juntas?
_ Claro que não. Eu entendo você – respondeu a outra. _ Quando estava viva, sentia exatamente a mesma coisa.
(Fonte: LAGO, Ângela. Sete histórias para sacudir o esqueleto.)
6. O trecho do texto em que o narrador diz que a história que irá contar aconteceu no passado é:
(a) Tia Maria, quando criança se atrasou na saída da escola, e na hora em que foi voltar para casa já começava escurecer.
(b) _ Andar sozinha no cemitério me dá um frio na barriga.
(c) _ Será que você se importa se nós formos juntas?
(d) _ Claro que não. Eu entendo você – respondeu a outra.
7. Na frase: “Tratou de apressar o passo até alcançá-la.”, a expressão grifada poderia ser substituída por:
(a) sair correndo
(b) andar vagarosamente
(c) andar normalmente
(d) andar um pouco mais rápido
8. As personagens da história são:
(a) Apenas tia Maria
(b) Tia Maria e o narrador
(c) Tia Maria e uma colega de escola
(d) Tia Maria e uma menina já morta
9. “Será que você se importa se nós formos juntas?” Quem disse essa frase no texto foi:
(a) A amiga de escola de tia Maria
(b) Tia Maria
(c) Quem conta a história, o narrador
(d) A menina já morta
* Leia o texto para responder a questão 10.
Pequenos tormentos da vida
De cada lado da sal de aula, pelas janelas altas, o azul convida os meninos, as nuvens desenrolam-se, lentamente, como que vai inventando preguiçosamente uma história sem fim... Sem fim é a aula: e nada acontece, nada... Bocejos e moscas. Se ao menos, pensa Lili, se ao menos um avião entrasse por uma janela e saísse pela outra.(Fonte: QUINTANA, Mário. Pequenos tormentos da vida.)
10. O texto dá a impressão de que Lili está:
(a) imaginando coisas durante a aula
(b) prestando atenção na aula
(c) esperando um avião chegar
(d) conversando com os colegas
* Leia o texto para responder a questão 11.
O leão e o ratinho
Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado debaixo da sombra boa de uma árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou. Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu debaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora. Algum tempo depois o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguindo se soltar, fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva. Nisso apareceu o ratinho, e com seus dentes afiados roeu as corda e soltou o leão.Moral: uma boa ação ganha outra.
(Fonte: ESOPO. O leão e o ratinho.)
11. Assinale a alternativa que apresenta em ordem os acontecimentos da fábula.
(a) Um leão descansa e os ratinhos vêm perturbá-lo. Um ratinho negociou sua liberdade e prometeu ajudar o leão quando fosse necessário. Um dia isto aconteceu: o leão está preso numa rede e o ratinho salva-o.
(b) Um leão descansa depois de caçar. Uns ratinhos perturbam-no. O leão fica preso numa rede de caçador, mas um dos ratinhos, que é seu amigo, vem ajudá-lo, roendo as cordas e libertando-o.
(c) Um leão, ao descansar, é perturbado por uns ratinhos que passeiam em seu corpo. Um ratinho, que ficou preso nas patas do leão, recebeu dele a misericórdia. Um dia é o leão que está preso numa rede de caçadores e o ratinho salva-o, roendo as cordas.
(d) Um leão, ao ficar preso numa rede de caçadores, pediu ajuda a um dos ratinhos que já tinha sido salvo pelo felino, quando eles passeavam nas cordas do mesmo que descansava após uma caçada.
Prof. Adrianinha